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BRASIL PRECISA DESPERTAR

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"Não é aceitável achar que o que ocorre em nosso país é normal" - declarou o jornalista Elias Teixeira. Ele se refere às definições do STF sobre o que considera "ataque à democracia". "Ora, se vivemos numa democracia, a manifestação popular é legítima garantida pela constituição" - considerou. Para o jornalista, não é prudente generalizar os atos de manifestantes no dia 08 de janeiro de 2022 sem considerar as responsabilidades individuais na depredação do patrimônio público. "A cada cabeça uma sentença".  "Isso é um caso que precisa ser visto de modo distinto como a lei prevê" - continuou, acrescentando que as instituições da república tem o dever moral e legal de fazer com que a lei máxima da nação, a constituição federal seja respeitada.  "Se não houver uma reação do congresso, bem como os outros pilares que sustentam o regime democrático, sobreviverá apenas a classe política e seus aliados às custas do sacrifício do povo. E já s...

Eu Tenho fé

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Diante das incertezas e dos desalinhamentos de informações que causam dúvidas, a fé começa a ocupar o espaço antes desprezado pela exigência de fatos científicos e minuciosamente observados pelos especialistas.  É importante acreditar na ciência. Mas tanto a ciência, inalcançável pela maioria leiga que depende de estudos e análises dos cientistas, quanto as crenças religiosas que estimulam a fé no desconhecido. O leigo também precisa acreditar no que dizem os cientistas, pois não tem as mínimas condições de se utilizar de todos os recursos, nem de expertise para comprovar o que diz os estudos científicos, a não ser confrontá-los com os seus princípios e valores.  Mas entre a fé na ciência e a fé em Deus, a grande maioria prefere crer em Deus. Pois se a ciência não é capaz de observar Deus em laboratório ou através da mira de seus microscópios, é sinal de que a ciência é limitada à percepções humanas. Por outro lado, se a ciência enquanto conhecimento que se altera com o tempo ...

Factóide é arma para confundir, diz jornalista

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Ao avaliar os últimos acontecimentos no cenário político que aparenta uma estratégia organizada de grupos clamando por democracia, o radialista e jornalista Elias Teixeira considera que essas ações pretendem confundir parte da  sociedade mal informada e que não busca de maneira espontânea o conhecimento dos fatos, dando atenção apenas ao que lê nas manchetes tendenciosas. "Essas pessoas se contentam em dar opiniões e formar suas ideias a partir de manchetes de jornais" - enfatiza.  "O que há de relevância ver gente, inclusive jornalistas, levantar bandeira clamando em nome da democracia em um país democrático como o nosso?" Clamar por democracia  seria relevante em países totalitários, mas nesses países eles teriam sérias dificuldades como perseguições e prisões - afirma. Para o jornalista, esses atos servem para manter o discurso ideológico que acabou levando-os ao poder no passado, mas que a sociedade mudou. "O discurso que valia antes, agora está desgastado...

A verdade dos Fatos

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O fato é incontaminável e inalterável por si mesmo e, a partir da eclosão do acontecimento cabe a informação sobre o ocorrido, bem como os fatores que desencadearam tal fato. Uma notícia veiculada nos meios de comunicação deve ser apresentada como ela é, sem retoques, manipulações ou "rasuras".  O jornalista responsável por capturar a noticia, deve preservar sua autenticidade sem omiti-la independentemente do que sua veiculação venha causar. O que torna uma notícia duvidosa são os interesses que a sobrepõem como forma de protecionismo a determinados grupos ou corporações que seriam atingidas por determinada informação. O jornalista, valendo-se de sua atribuição como prestador de serviço social torna-se a peça chave nesse cenário para proteger a informação original para que não sofra alterações no sentido de minimizar o impacto da verdade do fato.  Nenhum fato é ideológico; nenhuma notícia tem vontade própria para se autoafirmar, acusar ou defender. A notícia é neutra. Mas o j...